
Hoje quando acordei eu pensei ...
"nossa que chatisse, onde estão meus dias de felicidade, minha infância nas férias, onde eu e minhas irmãs tinhamos os dias inteiros para não fazer nada." O nada que eu digo é fazer nada por obrigação, só por diversão.
Dai eu pensei já sou crescida, estamos em pleno verão brasileiro, o sol está lá fora, minhas irmãs (crescidas) estão aqui, e não temos nada para fazer, mentira... temos que limpar a casa, tirar o lixo, lavar louças, arrumar tudo, olhar os filhos e sobrinhos e não deixar que eles façam "nada" que para eles é tudo. E para nós (adultos intediados) é sinômimo de bagunça, gritaria e confusão.
Dai me perguntei onde estão os momentos em que nossas tarefas eram sair ver o dia, o sol, sentir o vento, ou seja não fazer "nada" só deixar acontecer, viver.
Dai eu pergunto porque quando crescemos e temos as mesmas oportunidades de não se fazer "nada" acabamos inventando algo massante, intediante, rotineiro., stressante, sem graça? E ainda queremos podar o " nada" das coitadas das crianças.
Será que quando crescemos deixamos de crescer em nós nossas imaginações?
Quando nós tormamos adultos algumas vezes esquecemos de como é bom não fazer "nada",
Caramba como ser adulto é chato, deve ser por isto que criança odeia adultos, sempre dizendo o que fazer, como fazer, porquê fazer, e ainda, alugmas vezes são punidas por não fazer, a chatisse de tarefa imposta pelo chato do adulto.
Será que nós não podiamos tirar férias dos adultos e voltar a ser como eramos antes.
Só deixar as coisas acontecerem?
Bem é isto eu estou reaprendendo com meus sobrinhos como é bom não se fazer "NADA".
Sem se deixar levar pelo pensamento ridículo, de que fazendo isto estaremos sendo irresponsáveis, ou até mesmo sendo idiotas.
Puxa como é bom deixar se levar pela imaginção, pelo sonho.
Como é bom ser criança.
A que ler tenha uma bela volta ao passado beijos.
Se quiser pode deixar a crítica. bye
Um comentário:
Tens toda a razão do mundo! E dizes tu que não escreves bem... está fantástica a forma como escreves e descreves o oposto de criança/adulto, o nosso nada e o nada deles.
Estou como tu, adoraria voltar a fazer o nada deles...
Continua, estou a adorar!
Beijo
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